É preciso estar vivo pra assistir a vida se desenrolar, vida essa que não é única como julgamos. São 7 bilhões de vidas se entrelaçando e se alterando de acordo com as intercessões.
A vida é um filme de muitos gêneros, roteiros e diretores.
Nós, os espectadores, diretores, autores e críticos das mais maravilhosas e absurdas histórias contadas e vividas, na multiplicidade criativa da grande tela de cinema que conhecemos como vida, estamos na frente e atras das câmeras. Hoje em dia as câmeras estão por todos os lados.
Assistamos, opinemos, interfiramos, alteremos o roteiro e mudemos os seus finais para satisfazer o ego, o desejo, o sonho, o próximo ou somente a nós mesmos. enfim, vivamos.
Sem nunca esquecer que a fantasia assim como a realidade, se é que existe alguma diferença pratica entre elas, é finita, e só o que fica no fim desse grande filme são pegadas, sejam elas reais ou não. O filme nunca acaba, indiferente da nossa atuação.
Seremos todos lembrados, esquecidos, reverenciados, adorados e/ou odiados.
Não existem regras, diferente do que a sociedade nos impõe como conduta. Fazemos o que queremos e um simples foda-se pode abrir portas morais que nos libertam de culpa, responsabilidade e até mesmo sentimentos.
Agradeçamos todos por estarmos vivos e pelos nossos 5, ou dependendo do sujeito, 6 sentidos. Sem eles não poderíamos fazer parte dessa bagunça.
Triste é fazer parte desse grande roteiro, dessa rede de vidas interligadas sabendo que existem pessoas que não conhecem respeito, nao dedicam a prática de suas próprias filosofias e invadem o espaço vital e espiritual umas das outras.
Isso queima o filme!
oh
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